Documentos a compreender. Pessoas a escutar. Procedimentos a registrar. Informações a relacionar. Questões a examinar.
O PsiJur foi desenvolvido para organizar esse percurso técnico-pericial em Psicologia e Serviço Social.
A tecnologia apoia. A análise permanece com o profissional.
Registre rapidamente. Conecte informações. Integre humanamente.
Registre rapidamente. Conecte informações. Integre humanamente.
"A perícia exige integração. Mas a rotina frequentemente fragmenta."
O PsiJur foi construído para resolver exatamente isso.
Entrevistas, visitas, observações e contatos institucionais produzem informações que precisam ser registradas e permanecer conectadas ao caso. O PsiJur permite organizar esse material ao longo do trabalho, favorecendo sua retomada e posterior articulação na análise.
Não é necessário esperar o fim do dia para começar a organizar os registros. O profissional pode registrar suas observações após os procedimentos, inclusive pelo celular, enquanto as informações ainda estão presentes.
Entrevistas, falas, visitas, observações. Pelo celular, logo após os procedimentos ou durante deslocamentos.
O Mapa do Caso distribui os dados pelas 13 categorias forenses: vínculos, parentalidade, risco, saúde, socioeconômico e mais.
Apoia a organização e a leitura do material disponível. Não escreve o laudo. Não diagnostica. Não sentencia.
Com os dados organizados e visíveis, a integração técnica é do profissional. Autoria integralmente preservada.
"O PsiJur permite registrar o caso em fluxo contínuo — inclusive de forma ditada pelo celular — e apoia a organização técnica dos dados para auxiliar o perito na integração humana da análise."
Uma prévia navegável de como o PsiJur organiza sua rotina pericial — com dados fictícios para demonstração.
Organize processos, prazos, pendências e etapas do trabalho em um único ambiente.
Conecte documentos, procedimentos, registros e questões da avaliação ao longo do desenvolvimento do caso.
Recursos de controle de acesso, tratamento de informações sensíveis e anonimização, com atenção às exigências éticas e legais da atividade pericial.
Organize os elementos do caso por categorias e utilize recursos de apoio à articulação do material, preservando a interpretação e as conclusões do profissional.
O PsiJur foi criado por perita judicial, mestra e doutoranda em Educação — construído a partir da prática real, para quem exerce a perícia com rigor técnico e ético.
Entre na lista de espera e seja um dos primeiros a acessar — com aviso de lançamento em primeira mão.
O PsiJur nasceu da experiência cotidiana na atuação pericial judicial — da frustração com sistemas genéricos que não falavam a língua do profissional forense. Não encontrei uma solução que reunisse o que eu precisava. Então decidi construir.
Mais do que um software
O caso inteiro.
Quem trabalha com perícias psicológicas e/ou sociais sabe que a parte mais difícil nem sempre é escrever o laudo.
Muitas vezes, é sustentar mentalmente o caso.
Ao longo dos anos, percebi que boa parte do desgaste do trabalho pericial não estava na análise técnica. Estava na tentativa de acompanhar dezenas de informações, documentos, entrevistas, visitas e raciocínios distribuídos em lugares diferentes.
"Eu sei que vi isso em algum lugar."
"Eu sei que anotei isso."
"Eu sei que esse detalhe é importante."
O PsiJur nasceu para reunir o caso inteiro em uma única tela. Para que o profissional não precise gastar energia procurando informações que já produziu. Para que a tecnologia ajude a organizar o trabalho sem ocupar o lugar da responsabilidade técnica.
Status, urgências e pendências de todos os seus casos em um único lugar.
Registre observações pelo celular, por exemplo, logo após os procedimentos ou durante deslocamentos, nos campos compatíveis com essa funcionalidade.
Documentação estruturada de cada entrevista, visita e contato institucional.
Organiza informações do caso em 13 categorias relacionadas ao trabalho pericial, permitindo localizar, consultar e relacionar elementos relevantes. A síntese e a interpretação técnica permanecem sob responsabilidade do profissional.
Oferece apoio à organização e ao exame do material disponível, considerando as questões da avaliação, os achados, as sustentações, as tensões, as lacunas e os limites identificados. Não produz conclusões periciais automáticas.
Do registro ao documento final — fluxo consultivo em template.
Modelos de documentos usuais durante a perícia.
Distribuição de processos para os participantes; preservado o acesso individualizado.
A IA apoia a organização do material disponível sem produzir diagnóstico, conclusão pericial ou decisão técnica. A arquitetura completa foi desenvolvida a partir da prática pericial real.
Diretrizes para elaboração de documentos escritos produzidos por psicólogas e psicólogos no exercício profissional.
Princípios e requisitos para o tratamento e a proteção de dados pessoais.
Proteção da dignidade, imagem, identidade e dos dados pessoais, conforme o ECA e a LGPD.
Cuidados específicos com informações provenientes de processos judiciais, especialmente aqueles submetidos a segredo de justiça.
Medidas de adequação dos tribunais à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.
Diretrizes de desenvolvimento, utilização e governança de soluções de inteligência artificial no Poder Judiciário.
Entre na lista de espera e garanta condição especial de lançamento.
Acesso mensal, sem fidelidade. Cancele quando quiser. Os dois planos preservam o mesmo núcleo do PsiJur. Mudam os limites de uso e os recursos voltados ao trabalho em equipe.
Individual
/mês · acesso individual
Para psicólogos peritos, assistentes sociais forenses e pedagogos que atuam de forma individual.
Equipes
/mês · até 3 usuários
Para equipes técnicas multiprofissionais.
Faça sua assinatura, conheça os recursos do PsiJur e utilize a plataforma durante os primeiros 15 dias. Caso decida não continuar, solicite o cancelamento e o reembolso integral dentro desse período, conforme os Termos de Uso.
Comparativo de funcionalidades
| Funcionalidade | Individual — R$139,90 | Equipes — R$289,90 |
|---|---|---|
| Usuários | 1 | Até 3 |
| Processos ativos | Até 20 | Até 80 |
| Análises de IA/mês | 30 | 100 (limite coletivo, compartilhado entre os 3 profissionais) |
| Entrada por voz (campos compatíveis) | ✓ | ✓ |
| Mapa do Caso | ✓ | ✓ |
| Revisão Integrativa | ✓ | ✓ |
| Anonimização de documentos e identificadores sensíveis | ✓ | ✓ |
| Exportação Word | ✓ | ✓ |
| Identificação e campo de assinatura profissional no documento | ✓ | ✓ |
| Áreas de trabalho privativas | — | ✓ |
| Painel compartilhado da equipe | — | ✓ |
| Plano anual (20% desconto) | R$1.343 | R$2.783 |
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Registrar logo após o procedimento ajuda a manter as informações vinculadas ao caso. O PsiJur existe para apoiar esse registro.
Funcionou por um tempo. Com o volume real da prática pericial, começa a mostrar seus limites. O PsiJur organiza por caso — não por tabela.
Você aceita a nomeação — e quando percebe, o prazo para entrega já está apertado. Alertas D-10 e D-5 são padrão no PsiJur.
Quando o volume supera a estrutura de gestão, é a qualidade técnica que paga o preço. O PsiJur foi desenhado para isso.
Nem sempre o momento mais adequado para registrar uma observação acontece diante do computador. O PsiJur permite que o profissional organize informações após entrevistas, visitas e outros procedimentos, mantendo os registros vinculados ao caso e disponíveis para consulta e elaboração técnica posterior.
Abra o PsiJur, selecione o processo e dite suas observações. O dado fica no caso — não perdido em um bloco de notas.
Registre suas observações logo após a visita, mantendo-as vinculadas ao caso.
Com os dados já organizados pelo Mapa do Caso, o computador vira espaço de revisão e construção final — não de reconstrução.
Em breve — os primeiros depoimentos de psicólogos peritos e assistentes sociais forenses que contribuíram com os primeiros testes.
Entre na lista de espera e seja um dos primeiros a acessar o PsiJur.
Preencha o formulário abaixo. O PsiJur está sendo construído a partir da experiência de quem vive a perícia.
O PsiJur nasceu de uma experiência concreta: a complexidade do trabalho pericial não termina na técnica. Processos, documentos, prazos, registros, procedimentos e elaboração do laudo compõem um percurso que também precisa ser organizado com rigor.
Foi da prática cotidiana no campo sociojurídico, articulada à experiência em Psicologia Jurídica e Forense, docência e pesquisa, que surgiu a percepção de uma lacuna: faltava uma ferramenta pensada especificamente para organizar o percurso da perícia.
O PsiJur foi desenvolvido para ocupar esse espaço — apoiando psicólogos e assistentes sociais na gestão do trabalho pericial, sem substituir o raciocínio técnico, a responsabilidade profissional ou a autoria de quem realiza a perícia.
Anos de atuação no campo sociojurídico — perícias em Varas de Família, Criminal e Infância e Juventude — tornaram evidente uma ausência: não havia uma ferramenta pensada para organizar o percurso da perícia do início ao laudo.
A lacuna identificada na prática — não em um laboratório, não em um planejamento de produto — deu origem à concepção do PsiJur: uma ferramenta construída de dentro para fora da perícia.
O projeto saiu do papel com o desenvolvimento técnico estruturado para atender as especificidades do trabalho pericial: fluxo de registro, categorias forenses, integridade do raciocínio técnico e atenção às normas do CFP e do CFESS.
Antes de qualquer lançamento, o sistema foi testado a partir de situações reais da prática pericial — garantindo que a lógica da ferramenta respondesse ao que acontece de fato no campo.
O primeiro grupo de profissionais a acessar o PsiJur, contribuir com sugestões e influenciar o desenvolvimento da plataforma. Vagas limitadas.
"O PsiJur organiza o percurso para que o perito tenha melhores condições de pensar.
Por que fiz isso
Depois de anos sustentando casos em planilhas, cadernos e blocos de notas espalhados, percebi que a tecnologia disponível não entendia o trabalho pericial.
As ferramentas que encontrei não reuniam, em um mesmo percurso, a organização dos casos, os registros dos procedimentos e os recursos necessários para acompanhar a elaboração técnica da perícia. Não falavam a língua do judiciário. Não respeitavam a lógica da perícia. Não protegiam os dados com o rigor que a LGPD e o sigilo processual exigem.
Então decidi construir o que precisava — a partir de dentro, com quem vive a mesma rotina.
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